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| Imagem elaborada com auxílio de Inteligência Artificial |
MANCHA CARMIM
José Neres
Esse moço de terno azul-marinho
Disse que gostava muito de mim.
Certo dia, ele me pediu um beijinho
Quanto estávamos sós no jardim.
Disse que gostava muito de mim.
Certo dia, ele me pediu um beijinho
Quanto estávamos sós no jardim.
Ao chegar alguém, saiu de fininho.
Outro dia voltou e disse bem assim:
“Que menina bela! Lindo corpinho!
Só penso em você, doce Serafim.”
Tão tola que era, pensei ser carinho…
Aceitei mimos, dinheiro, quindim…
Certo dia, tirou meu vestidinho.
Seis anos! Não conhecia não ou sim…
Diante daquela mancha carmim,
Triste, conheci o início do meu fim.

A mais cruel pedofilia. Certo que assim que acontece nos ceio da família ou fora dela. O homem e seus desejos carnais se aproveita da inocência e a vulnerabilidade dos anjos.
ResponderExcluirUma lástima. Um dos crimes mais covardes que há
ExcluirPedofilia é coisa odiosa e repugnante!
ResponderExcluirSem dúvida!
ExcluirSer leve com um tema tão denso é uma demonstração, não apenas de técnica, mas sim é a tradução declarada de um ser pleno da palavra, dizendo sim ao respeito à vida, especialmente, de uma inocente.
ResponderExcluirMinha querida Francinete, é muito difícil escrever sobre um tema como esse. Nossa alma fica em lágrimas. É preciso respeitar as vítimas e denunciar os agressores.
ExcluirUm tema forte, caro Neres. Em recente reportagem do Facetubes, a constatação: 61,3% das vítimas, nas últimas estatísticas, tinham (até...) 13 anos de idade, o que evidencia a vulnerabilidade extrema de crianças e adolescentes frente à violação sexual. (https://www.facetubes.com.br/noticia/6510/bombissima-violencia-sexual-no-brasil-e-explicita-e-incontrolavel).
ResponderExcluirEssa realidade nefasta é algo aterrador, amigo Mhario. É sempre importante lutar contra esse absurdo!
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